:: em busca da luz... sigo c/ minha lanterna de facho escuro ::


17/09/2005 11:31
olá, estimados visitantes!
a correria continua...mas assim q é bom, ñ é mesmo?

paula retornou de s.p. e a cia carona se re-estrutura p/ dar continuidade ao espetáculo novo...
aguarde e verá!

abaixo segue a imagem de 1 momento de puro terror, momentos q ñ temos interesse d recordar, pois só nós sabemos oq pasamos neste dia.

fomos possuídos por entidades q nós desconheciamos...e olha q o pépe entende do "troço".

mas graças aos deuses já estamos melhores. só ñ sei o arno, pois nunca mais me deu 1 sinal d vida...quem sabe se ele ñ.... ops!

desculpem...mas ñ estou me sentindo bem...me parece que algo está... óóóóó... ñ sei... meu corpo...meus olhos estão 1 tanto avermelhados, será q novamente eu estou sendo posssss.... nãããõoooo!

glub!


enviada por james



08/09/2005 10:49
olá colegas!
finalmente estou d volta. quero ver c apareço aq c/ + freqüencia.
coisas 1000 p/ fazer e projetos p/ encaminhar..[quem manda querer abraçar o mundo!?]


arte gráfica: leo kufner

enviada por james



17/08/2005 00:27
1 olhar p/ o infinito em + 1 foto do meu casamento [1º/dez/2004, p/ qm ñ sabe].
c/ 1 taça d champagne, q por sinal estava deliciosa, só tomei isto a noite inteira. calculem como eu estava no final da noite [ ! ].



pois bem, escrevo hj p/ inf. q estarei fora por 1 tempo [4 dias]. estarei em são paulo por 2 motivos muito legais.

1º. presenciar 1 abertura d exposição lá em sp. detalhe: c/ as novas obras da minha esposa.
2º. farei 1 curso d B.M.C. no "estúdio move". sempre em busca d aperfeiçoamento. conhecimento p/ crescimento pessoal e p/ repassar aos meus alunos queridos.

tentarei postar algo em sp, mas ñ posso garantir.
bj e abç p/ vcs.

enviada por james



15/08/2005 10:55
HJ TEM FOTO? TEM SIM SENHOR!


foto: fábio l. hostert

aê pessoas!
sabe q hj tive 1 2ª feira c/ fazia tempo q ñ me aparecia. dormi bem, acordei bem, tomei 1 café gosto c/ minha ESPOSA [acho ótimo falar esposa!?], fiz carinho na zula [nossa cadelinha, p/ quem ñ sabe], tomei 1 banho gostoso, roupa bonitinha, bolsa no ombro e agarrei o "busão" e pasmem, o motorista me deu 1 "bom dia!" de boca cheia.
surgiu dentro de mim 1 alegria tão grande.
foi 1 misto d surpresa c/ prazer. algo nem 1 pouco comum em 1 ônibus [ao menos aq em blumenau].
bj :o)


enviada por james



14/08/2005 23:42
enfim aq tem algo novo na área.
novo numas, só escritos p/ dizer algo q ñ é nada. onde estou completo, mas faltando algo [?]
td bem, nem eu entendi, quem dirá vc, q me vê neste instante d forma virtual, tentando imaginar c/ estou e onde [o + louco é q posso estar em qqr parte do planeta]. tecnologia!
será q ela serve p/ algo qdo se imagina oq vale realmente?

assumo q ñ é 1 retorno muito interessante. sei q fiquei muito tempo longe dq... mas assim são as coisas, eu precisava respirar virtualmente.
bj

obs: valeu a visita, volte sempre.
obs2: assim eu tbm t visito [gosto d saber onde e oq os amigos fazem].
obs3: hj ñ tô afim d foto.

enviada por james



12/04/2005 19:35
a vida ñ é feita só d maravilhas!
o mal por vezes c faz necessário, e deve vir d forma implacável.
aquele q acreditar ser/estar puro, ñ viu a verdade.
t prepara... pois a "luz" q vem, pode ñ ser suficiente.

a parte doente deve ser eliminada por completo!


o teatro e sua finalidade precisam ser constantemente reavaliados.
blumenau aguarda. o Estado aguarda. a Federação aguarda. Fique atento!
enviada por james



23/02/2005 14:54
olá estimados!
gostaria do fundo do meu coração q vcs estivessem comigo neste local maravilhoso.
chama-se morro da "pedra furada 2", fica em urubici/sc. 1 dos melhores por-do-sol q já vi.
esta foto foi feita agora no feriado d carnaval [verão], mas observem o gorro e manga longa [delícia d friozinho].

foram 3 dias d pedalada, cerca d 150km, com muito pó, morros [q morros], cachoeiras, paisagens deslumbrantes e muito suor e comida p/ repor as calorias.

bjs galera


enviada por james



21/02/2005 18:25
hello pessoal!

eu e tatiruga [vulgarmente conhecida como sofia] detonando 1 melancia no recanto silvestre.
dia lindo na cachoeira!

pois bem, depois d muito tempo cá estou, postando coisas novas. quero ver c me organizo p/ tornar freqüente "traveiz".

estou estranho nestes últimos tempos. ainda ñ sei oq c passa comigo, só sei q ando esquecido, pensamentos confusos e ....digo...acho q ...c fosse p/....viu só? deixa p/ lá.
inté



enviada por james



27/12/2004 02:10
olá amigos!
cá estou novamente, atualizando o blog.
correria d fim d ano, sem paciência, esquecimento e coisas do tipo.

finalmente a paula me enviou algumas fotos [valeu paulica!] do casório, e elas vão estar rolando por 1 tempo aq.

vou começar c/ algo egocêntrico, mas acontece q a foto tá linda. acho q irão concordar.

aproveitem as férias!
muita praia, cachoeira, piscina [1.000 litros], rede, pé p/ alto e outras coisinhas q cada 1 curte [huuuummmmm].


enviada por james



19/12/2004 04:35
eu e paulica!
lindos como sempre... hehehehehehehe
ontem teve encerramento da cia., "petit comitê". foi muito legal, nos divertimos muito [ñ precisa muito p/ isso acontecer!].
muitas fotos, bebidas, comida [pizza boa do "chef valdemar"], cansaço... etc, etc...
abaixo segue 1 foto c/ minha amiga d trabalho p/ ver c ela c liga e manda logo minhas foto do casamento, q estavam na "máquina dela" [ó 1 macacofonia].
PLEASE, poqueleidi.... agita isso p/ mim, c der, ainda antes do natal.
abç em tds.


foto: ñ lembro, faz 1 tempinho, c o autor aparecer, reclame seus direitos.

enviada por james



17/12/2004 18:14
aq tem 2 pessoas bem legais.
ñ pq estão qse irreconhecíveis [é q adorei a foto], noemi em 1º plano e logo em segui a pita.
td c passou na pequena reunião d encerramento do deptº d artes.
tava muito bacana!

abç p/ as 2
desejo muita alegria e realização d sonhos p/ tds.

bjs


foto: fábio l. hostert
enviada por james



16/12/2004 16:47
olá galera!
estou d volta. estava esperando até agora as fotos do meu casório, mas elas ñ vem. paulica só me enrrola!
td bem, tenho paciência e ela vai me entregar td gravado em cd e c/ as devidas correções.[dá-lhe fotoshop]

a foto q segue é da mostra da escola. foi show!
esta é da montagem do fábio c/ seus "alunitos".

fim d ano chegando, férias na área, qta alegria...vem praia!
bjs


foto: james beck
enviada por james



04/12/2004 17:51
NÓS 2, LINDOS E CHIQUES!

agora sim, 1 foto do nosso casório. biba e eu, brindando, namorando, falando p/ as pessoas, nem lembro, talvez a esta hora eu já estava bem louco d tanta champagne.

a foto, c ñ me engano, foi a paula q tirou.
linda né?
adoro foto sem flasch!

podem ter certeza q darei 1 tempo p/ textos + elaborados aq no blog, pois no momento o assunto é o nosso casameto.
em breve volto c/ outra proposta, afinal este espaço é p/ td q faz parte da minha vida/pensamentos e das pessoas ao redor [nem todas, pois é muita gente!].

"inté miguins"
:o)


enviada por james



03/12/2004 23:59
olá amigos!
salve, salve...
bem, ñ sei c tds já sabem, mas agora sou 1 homem casado. isto mesmo, CA-SA-DO. eu e biba "contraímos matrimonio" na 4ª passada [01/dez]. foi lindo... estávamos e estamos muito felizes.
a foto q segue abaixo ñ é do nosso casamento.
nós ñ fizemos troca de alianças, ñ estávamos vestidos de "noivos", nada de igreja e outras coisas q seriam normais de serem feitas. só rolou 1 cartório básico c/ as 2 testemunhas [carla e arno].
ñ pensem q queriamos ser revoltados, diferentes ou qualquer outro rótulo q possam vir a nos colocar, apenas fizemos do "nosso jeito".
foi 1 encontro pequeno, c/ alguns convidados, mesmo pq ñ tinha muita R$. podem ter certeza q gostariamos d ter + pessoas.

quem sabe nas bodas de prata!?

em breve terei fotos do casamento. volte logo!


enviada por james



25/11/2004 15:09
Breve pensamento sobre a ação. Muito breve!

Escrever algo sobre a ação. Que tarefa! Parece tão simples, afinal, é algo que está mais ou menos claro na minha mente, não deveria ter dificuldades para fazê-lo. Ação é ação! Vamos ao cerne, o dicionário: ato ou efeito de atuar; resultado de uma força física ou moral; possibilidade de executar alguma coisa; modo de proceder; atividade, energia, movimento. (Dic. Melhoramentos). Mas a ação (dramática) não pode ficar apenas no físico ou mental, mas na união dos dois.
Cotidianamente agimos a todo instante, tudo é ação. Mas cenicamente falando algo precisa se transformar. Não me interessa esta energia/movimento, se na cena ela for cotidiana. Pode até ser uma ação cotidiana, mas sua construção, antes de ir para a cena, deve ser feita a partir de estados físicos extra-cotidianos. E mesmo assim, posteriormente, enquanto espetáculo, não será cotidiano, pois o estado, o local e o momento por si só já são extra-cotidianos.
Como se dá então essa construção da ação? Quer seja sobre o companheiro ou um objeto, algo deve me mover, mesmo que não seja possível ver fisicamente, mas internamente algo me transforma antes de exteriorizar fisicamente a ação.
Yoshi Oida diz que para aperfeiçoarmos uma ação, para que tenha um verdadeiro sentido, deve-se fragmentá-la. É preciso detalhá-la mais e mais. Por exemplo: se levantar o braço, de onde e por qual motivo parte o primeiro impulso, o que se move em seguida, e assim por diante, até chegar ao final da ação.
Na construção da ação é preciso perceber tudo que ocorre com nosso processo de criação. Observar detalhes que podem passar despercebidos, e que poderiam ser de grande importância. Fugir da previsibilidade é de suma importância, o ideal é se entregar aos estímulos e sensações (desde que seja verdadeiro), sem se preocupar, neste primeiro momento, com a forma. A cada instante devo ir um pouco mais, sem medo. Neste caso o trabalho sobre si é intenso e confrontador. Procuro o limite, mas quando encontro já não me serve, pois necessito rompê-lo para ir à diante. Não posso ter medo de abrir mão daquilo que já criei, é uma troca constante. Quando mudo algo, é porque vai me trazer um refinamento maior, mais sensibilidade. Galgando desta forma, mais um degrau em direção a precisão e espontaneidade.
No teatro não funcionamos como fotografias, pois a imagem que temos/vemos deve estar em constante estado de transformação para se encaixar na próxima imagem, e esta para a seguinte.

boas reflexões :o)




hj arrumei 1 tempo p/ atualizar.
+1x sejam bem vindos. aproveitem p/ visitar blog d 1 amigo e ex-profº meu na furb. bjs p/ tds visitantes.
http://paulogaiger.blogspot.com
enviada por james



24/11/2004 23:43
olá amigos/visitantes virtuais!
em breve estarei d volta, estou sem tempo no momento p/ escrever no blog.
mas ñ esqueçam d vir aq "veiz in quandu"
valeu :o)

c/ carinho

james
enviada por james



17/11/2004 16:21
Pina Bausch/Dança-Teatro

Escrever [e dançar] é tantas vezes lembrar-se do que nunca existiu. Como conseguirei saber do que nem ao menos sei? assim: como se me lembrasse. Com um esforço de memória, como se eu nunca tivesse nascido. Nunca nasci, nunca vivi: mas eu me lembro, e a lembrança é em carne viva. [Clarice Lispector]

Desde 1973, quando assumiu a direção do então Wuppertal Ballet, Bausch tem se destacado como líder de uma corrente artística de notável importância nas artes cênicas de nosso século: o tanztheater, ou dança teatro. A história da dança teatro alemã pode ser traçada a partir dos trabalhos de Rudolf von Laban e seus discípulos Mary Wigman e Kurt Jooss, nos anos 20 e 30. O termo dança teatro era usado por Laban (1879-1958) para descrever dança como uma forma de arte independente de qualquer outra, baseada em correspondências harmoniosas entre qualidades dinâmicas de movimento e percursos no espaço. Ainda que considerando a dança como uma arte independente, Laban desenvolveu seu sistema de movimento a partir de improvisações de Tanz-Ton-Wort (Dança-Tom-Palavra), nas quais os estudantes usavam a voz, criavam pequenos poemas, ou dançavam em silêncio. As peças de dança então criadas incorporavam movimento cotidiano, bem como movimento abstrato ou puro, em uma forma narrativa, cômica, ou mais abstrata.

As teorias e práticas teatrais de Bertold Brecht, e seus temas sócio-políticos, são também relevantes à história da dança teatro alemã. O teatro de Brecht instigava o reconhecimento de situações cotidianas pelo espectador, e sua ação e tomada de decisão para mudá-las. O trabalho de Bausch combina seu treinamento com sua experiência das artes e dança em New York nos anos 60. Muitos dançarinos e coreógrafos norte-americanos reagiam então as técnicas de dança moderna, e juntavam-se a artistas plásticos e músicos na produção de trabalhos colaborativos, expressando preocupações sócio-políticas sobre os direitos humanos, o meio-ambiente, feminismo, e questionando o conceito de arte. O forte impacto visual e auditivo de suas peças muitas vezes projeta impressões cinematográficas na platéia. Para a surpresa desta, tais majestosas imagens de repente abrem espaço para cenas quase vazias, silenciosas, e com pouca luz. As obras de Bausch não parecem buscar uma quebra da barreira entre a representação cênica e a vida. Pelo contrário, seus trabalhos incorporam movimentos e elementos da vida diária justamente para demonstrar que são tão artificiais quanto a apresentação cênica.
Através da repetição de gestos, palavras, e experiências passadas, a dança teatro nas obras de Bausch pode ser definida como a consciência do corpo quanto à sua própria história como tópico simbólico e social em constante transformação.

O texto acima é um breve resumo sobre o artigo: "A dança teatro de Pina Bausch: redançando a história corporal", de Ciane Fernandes, professora adjunta da Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA.



Foto: Detlef Erler [Dançarinos do Wuppertal Dance-Theatre, em Arien]
enviada por james



15/11/2004 22:59
SIMPLES GRANDEZA

Em outubro de 2003, nós da Cia. Carona, fomos ao Rio de Janeiro, e tive a oportunidade de dar uma volta nostálgica com o bondinho da Lapa.
Posso afirmar que é algo impagável. Tive a sorte de pegar uma tarde linda e ensolarada, propiciando uma paisagem literalmente bucólica, com direito a pássaros cantando, uma brisa suave e folhas ao vento [lindo!].
Bem, todo o local tem um clima de estação de ônibus de cidade do interior. É uma pausa no tempo.
Para que eu voltasse a “realidade” não precisou muito: me dirigi até um Sr. que estava sentado ao lado da roleta que dava acesso à plataforma de embarque, e respondeu minhas perguntas, porém não foi muito gentil. Se ele trata todos os turistas assim, está mal. Quem sabe o que pode ter acontecido a ele? Acreditem ou não, existe a possibilidade de nada ter acontecido, pois foi comum ser atendido de forma rude, no pouco tempo q estive por aqui [1 mês].
Acho melhor voltarmos a poesia que o dia estava propondo!
Sensivelmente o solo vibra. É o bonde chegando. De súbito uma felicidade toma conta de mim. Aguardo a partida sentado em um dos bancos de madeira do bonde. É como se fosse uma praça com inúmeros bancos, porém, com rodas e sobre trilhos.
É uma opção turística original e significativamente histórica, onde permanece uma certa ingenuidade. Apesar de ter sempre um policial a bordo.
Que todos os pontos turísticos tenham seu mérito, mas com R$ 0,60 se faz um passeio de 50 minutos, onde em cada esquina tem-se a impressão de que o tempo realmente fez uma pausa. Quer seja na arquitetura, em alguns costumes ou apenas devido aos velhinhos simpáticos debruçados nas janelas.




minha princesa, a nossa cadelinha zula e eu, posando p/ 1 foto em nossa varanda, q tanto gostamos d aproveitar.
nosso findi foi lindo. curtimos muito! passeios, conversas, bebida, comida, estudos, bordados [biba] e outras coisas q ñ convém comentar neste momento.
bj p/ vcs, c/ carinho e respeito.
fui... :o)
enviada por james



14/11/2004 01:42
CONTATO IMPROVISAÇÃO: UMA DRAMATURGIA FÍSICA

Criado pelos bailarinos norte-americanos Steve Paxton e Nancy Stark Smith, em 1972, o Contato Improvisação fornece a seus praticantes noções do uso do próprio peso, equilíbrio e tônus muscular, numa dança que se desenvolve do contato físico, criando um diálogo improvisado por meio de movimentos corporais.
Esta combinação de dança e teatro, se desenrola quando duas ou mais pessoas se movem, ao mesmo tempo e sem perder o contato (não necessariamente físico), dando e apoiando peso, tomando consciência dos vários efeitos desta troca. Nada é predeterminado ou estimulado por algo que não esteja contido na própria prática. Os movimentos que vão surgindo de forma espontânea são guiados somente pela energia da interação entre os corpos, de acordo com as leis da física (gravidade).
O Contato Improvisação é bastante utilizado por bailarinos e atores com a finalidade de desenvolver maior precisão nos movimentos físicos (percepção de espaço, tempo e força física) e de expressividade (emoções, idéias e energias corporais), fazendo com que a percepção de seu corpo e de suas ações o ajudem a desenvolver sua sensibilidade, capacidade criativa e interatividade. Também ajuda a desenvolver centros de impulso e controle conscientes, pela utilização de centros não-conscientes (sensações de posição, tonicidade dos músculos e reflexos de postura), possibilitando uma maior percepção corporal, e com isso gerando movimentos fluentes.
Um dos pontos de partida para o C.I., é a percepção anatômica, primeiramente de si e posteriormente do outro. É sentir e perceber como meu corpo é (enquanto estrutura óssea), seu formato, onde e de que forma cada osso termina e começa, tentando perceber detalhes mínimos, quase imperceptíveis como, relevo, curvatura, articulações etc. É de extrema importância que se crie espaços entre os ossos e suas articulações, como se o ar pudesse atravessar estes espaços fechados pelo cotidiano.
O C.I. faz surgir uma dança que respeita a anatomia de cada corpo e explora a singularidade de cada um. Através do estudo das funções físicas do movimento e do desenvolvimento do potencial poético, procura traduzir esteticamente questões que permeiam a atual condição humana, promovendo uma interação entre os diferentes corpos e também entre estes e o meio ambiente.
Paxton afirma que a história de cada indivíduo tem interferência no trabalho, cada momento que vivemos e passamos deve ser respeitado e levado em consideração, pois é algo que lhe pertence, já está gravado, e fingir que não existe pode ser o desperdício de algo realmente interessante como material criativo. Conforme Tica Lemos, qualquer pessoa que assimila essa técnica pode se tornar capaz de desenvolver um trabalho criativo e pessoal, com propósitos tanto artísticos como pedagógicos e sociais.
Entre outros conceitos, o C.I. pratica a escuta coletiva e da improvisação como uma ação que resulta em reações em todos os corpos envolvidos. Estimulando a descoberta de seu próprio vocabulário através de uma profunda consciência corporal, que envolve literalmente todo o corpo (ossos, músculos, respiração, sistema nervoso, sistema dos sentidos etc). Partindo do princípio de que o corpo é sensório-motor, cada indivíduo se instrumentaliza na organização corporal, na coordenação motora comum a todos e na qualidade de seu próprio movimento para expor seus depoimentos pessoais provocados por vivências.

(Texto baseado em experiências próprias, cursos, matérias jornalísticas e páginas da internet).



os 5 reunidos na nossa escola.
foi no início deste semestre, no início das atividades, enfim, no início d 1 nova fase... cada 1 do seu jeito, c/ sua cara, suas manias, pensamentos +/- em comum, mas sempre acreditando e buscando 1 grupalidade no fazer artístico.
tenho muito carinho por cada 1!

enviada por james



07/11/2004 15:13
Suposta Superioridade

É realmente surpreendente, a condição de superior que o homem acha que tem, diante deste vasto e maravilhoso ecossistema (que alguns cientistas afirmam ser único) que denominamos como "Planeta Terra".
Em frente ao prédio onde estou hospedado, colocaram recentemente um outdoor da Fundação S.O.S. Mata Atlântica. O mais engraçado, é o slogan criado por uma agência de propaganda, acredito eu. Muito bem, existe uma imagem ao fundo, que é provável ser um nó de tronco de árvore, e sobre ela, à direita, o seguinte dizer: "A natureza vê o homem destruir e não pode fazer nada". Que equívoco, quanto ar de superioridade, chega a ser ingênuo, é não querer ver o que está acontecendo ao nosso redor.
Você concorda que a natureza não está vendo? E pior, acha que ela realmente não está fazendo nada?
Não sou nenhum especialista no assunto, mas não pude conter minha indignação. Acompanhem-me. Até agora, neste período evolutivo da biosfera, que não é de pouco tempo, quem anda sendo mais sagaz em termos de sobrevivência? As outras formas de vida (neste caso árvores) ou o homo-sapiens? Mas nem vamos tão longe, vamos considerar apenas o homem moderno, que deu início a esta destruição que a natureza "não vê". Pois bem, ele argumenta descabidamente, que é em prol do progresso, mas não é, é sim, em prol do seu próprio progresso material, para ostentar coisas que no fundo (bem fundo), não servem em nada e para a natureza muito menos. Ela sim, trabalha em conjunto com as outras forças que a cercam, quer seja para adaptações ou eliminações, nós não.
À um tempo atrás, o projeto Genoma divulgou que o homem não tem 100.000 genes como se imaginava, mas sim 30.000, o mesmo que um rato. São alguns genes em especial, cerca de 300, que são os responsáveis pelas diferenças entre homem e rato. Tá na hora de acordar! A teoria sobre o antropocentrismo já foi desbancada faz muito tempo.
Insisto, ela vê, está, e vai continuar a tomar providências. Afinal, ela sempre se adaptou aos problemas, e quando não se adapta, elimina o problema. Todos sabemos que isso não ocorre da noite para o dia, é em longo prazo. Com certeza não estaremos mais aqui, mas talvez nossos netos ou bisnetos. Se eles forem educados para evoluir junto com a natureza, claro.
Boa sorte para eles!



pessoas especiais em momentos especiais:
1 breve reunião d domingo, c/ almoço na casa da sra. carvalho e sr. caramori.
em 1º plano, c/ olhar compenetrado, a minha "princesa". te amo velhinha!
enviada por james






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